domingo, 13 de março de 2011

Motos de clubes
Yamaha faz motos estilizadas de equipes de São Paulo
por Marcos Garcia, redação ONNE
No Salão Duas Rodas, além dos grandes lançamentos da Yamaha, o stand da montadora possui uma curiosidade que vem chamando a atenção do público. Trata-se de motos estilizadas de quatro clubes de futebol de São Paulo: Corinthians, Santos, Portuguesa e Palmeiras.

“Adorei a moto do Timão, assim que estiver no mercado pretendo adquirir uma”, comenta um afoito visitante/torcedor. Porém, as motos são apenas uma estratégia de marketing da montadora para o evento e não serão comercializadas.

Muitos devem estar se perguntando cadê a moto do São Paulo Futebol Clube e a resposta dos representantes da Yamaha é que o clube do Morumbi não cedeu o direito de imagem para a produção da moto.







Confira as motos!
Foto: Marcos Garcia
Fonte: www.onne.com.br

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

VIRAGO


Introduzida em linha de produção no final do ano de 1989, entrou no mercado e praticamente reinou durante muitos anos as cruisers até 250 cc. Em alguns países chegou a ser produzida até 2007.

Dispondo de um motor em V (V-Twin) refrigerado a ar, comando simples no cabeçote com duas válvulas por cilindro, única carburação Mikuni de 26mm, câmbio de 5 marchas e acabamento impecável, é uma motocicleta fiel ao estilo e leve, assim sendo atrativa para pilotos principiantes, inclusive mulheres. Outras pontos atrativos são seu baixo consumo e manutenção.

Com sua potência de 21,49 cv a 8000 rpm e torque de 2,1 kgf.m a 6500 rpm, é possível viajar a uma velocidade de cruzeiro em torno de 110km/h com alguma reserva para ultrapassagens.


[editar] No Brasil
As primeiras Virago 250 vieram mediante importação pela própria Yamaha, no ano de 1995. Devido ao sucesso de vendas, em 1997 a Yamaha decidiu nacionalizar o produto. Suas vendas foram bem até 2002, quando a Yamaha inexplicavelmente decidiu tirar a moto de linha no Brasil.

Atualmente existem diversas fabricantes que conseguiram com a Yamaha o direito de produzir motocicletas baseando-se no projeto da Virago 250. No Brasil, a primeira dessas motocicletas a serem produzidas foi a Kasinski Fúria. Um outro exemplo é a Sundown V-Blade.

Segundo informações divulgadas por usuários do site de relacionamentos Orkut, pelo menos mais dois modelos de motocicleta serão produzidos com base no projeto da Virago 250, sendo elas a Dafra Horizon e a Garini GT 250.

VOCE CONHECE ESTE VEICULO?


O UNO foi apresentada no Salão Nacional de Motociclismo 2008, em Toronto, esta criação de Ben Gulak, chamou a atenção do público presente, mais adepto dos V-twin.


Com um aspecto futurista, um motor elétrico e duas rodas paralelas, esta “moto” chama a atenção por onde passa.

As carenagens são em fibra de vidro e o quadro foi adaptado de uma Yamaha R1, e o peso total do conjunto é de 54,4kg.

Ben Gulak teve a colaboração neste projeto de um especialista de robótica, Trevor Blackwell, que o ajudou no “setup” dos giroscópios.

A Uno conta com dois “giros”, um para o movimento para a frente e para trás, e outro para curvar.
O modo de operar esta moto é igual ao de um Segway,(aqueles brinquedinhos que ajente ver nos shoping) inclinando o corpo para a frente acelera-se, inclinado para trás a Uno freia.

sábado, 14 de junho de 2008

Harley-Davidson "O inicio"



"Milwaukee, Estados Unidos 1903 inicio de um novo conceito um novo modo de vidar"


Foi de um barracão na cidade de Milwaukee, Estados Unidos, em 1903, que saiu a primeira moto batizada com o sobrenome dos seus criadores: o desenhista Bill Harley, o engenheiro Arthur Davidson e seu irmão William. E era preciso pedalar para pegar. Em 1916, o presidente Wooddrow Wilson enviou “Black Jack”, com uma Harley-Davidson, para acabar com Pancho Villa na fronteira mexicana. E quando os Estados Unidos entraram na Primeira Guerra Mundial, a Harley-Davidson foi importante parte da história, pois um soldado americano e sua Harley-Davidson equipada com “side-car”, foram os primeiros a entrar em território alemão. Para a Primeira Guerra Mundial, a empresa recebeu do exército americano a encomenda de 20 mil unidades, algumas com metralhadoras. Assim que a paz se estabeleceu, a Harley-Davidson voltou às pistas em 1921, e se tornou a primeira equipe a vencer uma prova de velocidade a mais de 100 milhas/hora. No período da Depressão, as vendas cairão em 20%, fazendo com que a empresa tivesse que mudar a cor original das motos, o verde oliva, para cores mais atuais, como algumas combinações de duas cores no tanque, ou algumas em sólidas cores art-deco, fazendo com que a empresa se adaptasse melhor ao mercado.

Depois de Pearl Harbor, a empresa especializou-se em construir motos de uso exclusivo militar, sendo algumas delas equipadas com “side-cars” tão sofisticados que possuíam armas automáticas acopladas. Na Segunda Guerra Mundial, voltou à luta: 90 mil motocicletas de 750 cilindradas serviram as forças americanas. Após o término da Segunda Guerra Mundial, o mercado americano emergiu, depois de anos retraído por causa da batalha, e todos aqueles que haviam lutado se tornaram os principais compradores de Harley’s, pois desejavam vivenciar o espírito da Harley-Davidson como civis. Os anos 50 foram tomados pelo espírito das motocicletas Harley-Davidson. Houve uma grande procura dos meios de comunicação da época, pois a imagem dos motoqueiros era, além de muito boa, também forte, fazendo com que se tornassem o centro das atenções das massas. Mas foi com o filme “The Wild Ones”, com Marlon Brando, que esta imagem se transformou, e então os motoqueiros passaram a ser vistos como fora-da-lei, beberrões e arruaceiros. Em 1969, depois de quatro anos tendo suas ações abertas no mercado de valores, a Harley-Davidson emergiu, quando a “AMF” American Foundry & Machine Corporation comprou as ações da empresa, fazendo com que em pouco tempo o logotipo da “AMF” começasse a aparecer nos tanques de todas as Harleys. A postura adotada pela “AMF” causou muito desgosto e insegurança aos proprietários da Harley-Davidson. Durante um certo período, algumas destas pessoas chegavam a chorar ao ver o logotipo das “AMF” junto com o da Harley no mesmo tanque. Mas pouco depois o fato foi superado, e as pessoas passaram a não se preocupar mais com este conceito, podiam escrever o que fosse no tanque das Harleys. A Harley-Davidson, nos anos 70, passou de 15.000 para 75.000 unidades ao ano. Atingindo um volume muito alto, mas deixando de lado o mais importante, a qualidade de seus produtos. As motos chegavam a sair da fábrica já vazando óleo; um negociante de New York conta que era impossível sair do lado leste de Manhattam para o lado oeste sem um kit de ferramentas. A qualidade das motos ficava cada vez pior, mas sua demanda continuava alta, até a entrada das empresas japonesas, que foram responsáveis pela tomada de grande parte do mercado americano e do mundial.

Foi quando, no verão de 1980, Beals, um dos diretores da empresa, desgostoso com os projetos da “AMF” para a AMF-Harley-Davidson, passou a empresa de 1/3 industrial, 2/3 lazer misto, para 50% industrial, 50% lazer. Esta foi uma estratégia arriscada, que fez com que a “AMF” se convencesse a vender a empresa. Em junho de 1981, Beals e outros 12 executivos (incluindo William G. Davidson, neto de William ª Davidson), se tornaram os proprietários da Harley-Davidson. No primeiro ano da nova administração, a empresa perdeu US$32 milhões. As coisas começaram a melhorar em 1983, com um pequeno aumento nos lucros, o futuro se mostrava cada vez melhor. Os novos proprietários ainda passaram por algumas fases difíceis. Após tantas dificuldades, a diretoria da empresa voltou-se para fábrica de York, Pensilvânia, onde, após os próprios funcionários receberam opções de compra de ações da empresa e estarem produzindo melhor, a diretoria deu a eles o poder de decisão para fechar uma linha de produção, se esta estivesse provocando defeitos nas motos. Em maio de 1987 fez com que o helicóptero presidencial pousasse na pista de testes da Harley, e o presidente Ronald Reagan descesse para fazer um tour nas instalações da fábrica. Ficou tão impressionado, que se declarou publicamente um fã da marca Harley-Davidson. Foi então que a empresa voltou ao mercado com força total. Atualmente a empresa conta com 100.000 do Clube Harley Owner’s Group, criado em 1983 para aproximar a empresa dos proprietários de Harley’s. O Slogan Atual é “A Rolling Testament to Staying True”.

Marketing Radical
No dia três de Junho de 1998, uma trovoada imensa partia de um conjunto que lançava um brilho ofuscante de cromados obscurecido por uma amálgama de blusões pretos. Eram 50 mil membros do clube de donos de Harleys no desfile de celebração do 95.º aniversário da companhia. Este é apenas um exemplo de que, se o marketing radical se trata da criação de uma comunidade que se une em volta de uma marca, deve haver poucos casos como o da Harley-Davidson. Os executivos da empresa têm uma ligação siamesa com os seus clientes. Em 1983, fundaram o Harley Owners Group, (HOG), uma instituição que patrocina ralis, organiza eventos e mantém os donos de Harleys em contato com a companhia e uns com os outros. No primeiro rali organizado pelo HOG, em 1984, estiveram presentes apenas 28 pessoas. Hoje são 365 mil. A fundação do HOG ajudou à regeneração da empresa, permitindo-lhe manter-se como marca que perdura e perdurará.

Curiosidades
* A Harley-Davidson produz em média cerca de 280 mil motocicletas por ano, estando presente em todos os continentes do planeta, oferecendo 28 modelos diferentes (entre eles os famosos Fat Boy, The Sportster e Electra Glide) em seus mais de 1.300 pontos de vendas. A esmagadora maioria dos clientes compra as motocicletas pelo conceito de rebeldia e liberdade, na forma de uma motocicleta. Harley-Davidson é uma moto potente e confortável, ideal para viagens longas, principalmente em estradas Depois de motocicletas, a marca vende atitude, comercializando roupas e acessórios.
* The Harley Owners Group, famoso clube dos proprietários e fanáticos por Harley-Davidson, conta com mais de 700 mil associados no mundo todo.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

ATO DE PROTESTO

ATO DE PROTESTO
SITO AQUI A FIX ASSIST. TÉCNICA ESPECIALIZADA EM CELULAR E HÁ SIEMENS DO BRASIL S/A
Após ter adquirido um aparelho da Siemens modelo SL65 que prometia design inovador e tecnologia de ponta. Fiquei obrigado a entre galo a assistência denominada FIX ASSIST. TÉCNICA ESPECIALIZADA EM CELULAR AUTORIZADA SIEMENS, pouco tempo depois de telo adquirido.
Após angustiantes 5 meses com diversas tentativas de recupera meu aparelho que avia adquirido por um pouco mais de um mil reais me sentir novamente frutado quando eles me trouxeram uma caixinha com um aparelho que dizia ser superior ao meu mod. sl75 da Siemens que custava menos de 700,00 reais alegando que o fabricante não avia enviado componentes Por isso me dariam um novo aparelho, bom teve que aceita a melhor proposta pois precisava devolver o parelho que eu estava usando que avia tomado emprestado de um amigo mais antes teria de ser mais uma vez humilhado obrigado a voltar em casa para pegar bateria carregador manual caixa e tampa traseira do aparelho antigo tampa esta que havia se perdido após tanto tempo, quando fui ao local indicado para receber o aparelho prometido pediram que eu adquirisse uma senha e aguardasse minha vez, após um longo tempo teve uma triste surpresa teria que paga 65,00 por uma tampinha só desta forma podia retirar o aparelho novo desembolsei o valor depois de muita negociação e protesto que não resultaram em nada.
Ainda verifiquei que o aparelho era bloqueado pela TIM sendo que minha operadora era OI Havendo ainda de desbloquear o mesmo por 50,00 Reais.

No dia 29/11/2006 JUIZADO MODELO ESPECIAL CÍVEL-EXTENSÃO FACULDADES JORGE AMADO iniciei um processo contra as duas empresas citadas aguardei por quase dois anos ate 12/05/2008 quando ouve a AUDIÊNCIA DE INSTRUÇÃO E JULGAMENTO onde estava presente a Exma. FABIANA CERQUEIRA DE ATAÍDE, Juíza de Direito, e a Sr(a). Elvira Marinho dos Santos representando a FIX , a Siemens não deu nenhuma importância ao caso mantendo se ausente a audiência resultou em uma condenação em parte, ( Do exposto, julgo PARCIALMENTE PROCEDENTE a presente ação para condenar a 1ª ré a indenizar o autor pelos danos materiais, no montante de R$65,00, ) quanto a danos morais (Condeno as rés a indenizarem o autor, pelos danos morais, que fixo em R$1.500,00 (mil e quinhentos reais), sendo 50% deste valor para cada ré, )este foi a forma que a Exma. Sra. Dra. Juíza FABIANA CERQUEIRA DE ATAÍDE, viu para reparar todo o desgaste telefonemas idas e vindas mais de 2 anos de problemas. Sei ,vocês devem esta pensando e a outra parte da responsabilidade ? É minha isso eu assumo, por ter escolhido uma empresa que não si importa com seus clientes por ter procurado uma empresa que coleciona problemas e processos. Após 15 dias da condenação não vi se quer um centavo deste valor .

O processo esta no juizado especial cível de defesa do consumidor- JORGE AMADO Processo Número: 118047-9/2006

wellington da silva honorato 29 de maio de 2008
wellingtontek@hotmail.com
www.coconacuca.com